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PCDF prende mais um integrante da organização criminosa comandada por um suposto líder religioso

A Polícia Civil do Distrito Federal, por intermédio do Departamento de Combate a Corrupção e ao Crime Organizado (DECOR), prendeu, na tarde de ontem (01/12/2023), mais um integrante da Organização Criminosa liderada por um suposto lider religioso.

O suspeito vem atuando através de “empresa de fachada” dentro de um shopping na área central de Taguatinga/DF, que funcionaria como um falso banco digital, convencendo suas vítimas a investirem quantias em dinheiro com a promessa de recebimento futuro de quantias milionárias que seriam pagas por meio desse falso banco.

De acordo com as investigações, o investigado utiliza principalmente a internet como ferramenta para a prática dos golpes. É através da conversa enganosa em redes sociais, abusando da fé alheia, da crença religiosa e de uma teoria conspiratória apelidada de “Nesara

Gesara”, que o investigado e seus comparsas convencem as vítimas, em sua grande maioria evangélicas. Uma das vítimas idosas do investigado, num único “investimento” de R$5.000,00

(cinco mil reais), receberia da falsa instituição financeira o crédito no valor total de R$5.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000,00 (cinco nonilhões de reais), de acordo com o falso contrato entregue a ela.

Durante a segunda fase da operação policial denominada “FALSO PROFETA”, ocorrida no dia 20/09/2023, o suspeito foi alvo de cumprimento de mandados de busca e apreensão em sua casa e nos endereços de “fachada” das suas empresas em Taguatinga/DF e Atibaia/SP. Além disso, ele estava proibido de realizar quaisquer tipos de postagens, pessoalmente ou por interposta pessoa, em páginas na internet e perfis nas redes e mídias sociais. Porém, o investigado descumpriu essa ordem judicial com reiteradas postagens em redes sociais, inclusive de outros investigados, e na própria página da internet do falso banco, acarretando a expedição do mandado de prisão preventiva pelo Poder Judiciário do Distrito Federal.

O suspeito é investigado pelos crimes de Falsidade Ideológica; Lavagem de Dinheiro; Sonegação Fiscal; e Estelionatos por meio de redes sociais (Fraude Eletrônica). Após os trâmites legais da prisão, o procurado foi encaminhado à carceragem da Polícia Civil, onde permanece à disposição da Justiça.

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