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Morador de Brazlândia que ameaçou juíza da Vara de Execuções Penais é novamente alvo da PCDF

No mês de setembro de 2018, a SESIPE – hoje SEAPE – interceptou uma correspondência assinada por um preso membro de uma facçao criminosa, que continha ameaças à família de uma Juíza da Vara de Execuções Penais do Distrito Federal.
No manuscrito, a facção deixava clara a intenção de sequestrar algum parente da magistrada para coagi-la a expedir alvarás de soltura para membros da facção criminosa.
Segundo as investigações da época, realizadas pela DECO – Delegacia de Repressão ao Crime Organizado, participou do plano criminoso um morador de Brazlândia, que acabou condenado, em 2018, ao lado do preso com quem foi localizada a correspondência, pelo crime de organização criminosa.
Na última quarta-feira (29/11), a PCDF cumpriu novo mandado de busca e apreensão no apartamento desse morador de Brazlândia, após informações de que ele voltou a integrar a facção criminosa. O mandado foi expedido pela Vara Criminal e Tribunal do Júri de Brazlândia e cumprido na quadra 2, Setor Norte, da cidade.
Foram encontradas anotações sobre a facção, que estão sendo analisadas pela 18ª Delegacia de Brazlândia, principalmente no tocante à recenticidade. Não foram detectadas ordens de ataques da facção.
Formalmente inquirido, o morador disse que já deixou a facção. Segundo ele, o processo de desligamento durou um ano e foi baseado na sua iniciação religiosa.

OPERAÇÃO SICÁRIO

Nos últimos 11 meses, a “Operação Sicário”, da 18ª DP de Brazlândia, já identificou e prendeu 12 membros da facção crimninosa e três de outra facção. Todos foram denunciados pelo MPDFT pelo crime de organização criminosa.
Atualmente, a pedido da 18ª Delegacia de Brazlândia, o suspeito cumpre penas de mais de 60 anos de reclusão em regime disciplinar diferenciado – RDD.

Assessoria de Comunicação – Ascom/DGPC

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