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PF deflagra Operação Telhado de Vidro de combate a disseminação de pornografia infantil na internet

Policiais federais cumpriram um mandado de busca na cidade de São José/SC

 Florianópolis/SC - A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (27/5) a Operação Telhado de Vidro, contra suspeito de disseminação de imagens de exploração sexual infantojuvenil na internet.

As investigações foram iniciadas há pouco mais de quatro meses, a partir de cooperação jurídica internacional solicitada pela Embaixada da República da Polônia, tendo sido acionada a representação brasileira da INTERPOL e o Núcleo de Repressão aos Crimes de Ódio e à Pornografia Infantil na Internet da Polícia Federal (NURCOP).

Foi identificado um usuário de provedor de aplicações da internet, que realizou a transmissão de arquivos contendo cenas de sexo explícito envolvendo crianças, além de outras atividades sexuais com uso de violência.

Seis policiais federais deram cumprimento a mandado de busca e apreensão expedido pela 1ª Vara Federal de Florianópolis/SC, cujo resultado imediato foi a apreensão de vários equipamentos eletrônicos possivelmente utilizados nas condutas criminosas, materiais que estavam em posse de um indivíduo, de 40 anos, residente no bairro Serraria, em São José/SC.

O investigado não estava em situação flagrancial, de modo que os materiais recolhidos passarão por perícia técnica para a comprovação da materialidade e identificação de outros envolvidos que possam ter compartilhado imagens e vídeos contendo material pornográfico infantojuvenil.

O nome da operação faz alusão à expressão popular que significa fragilidade de caráter, de comportamento, de honestidade ou quando alguém está comprometido com falcatruas e tenta inutilmente esconder de todos.

A PF segue continuamente realizando ações dessa natureza, a fim de reprimir o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes em todas as suas modalidades.

As penas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente para os crimes de produção, posse e transmissão desses arquivos ilegais podem, somadas, chegar a 18 anos de prisão.

Comunicação Social da Polícia Federal em Santa Catarina

 

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