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PF deflagra a terceira fase da Operação Pedágio

Esta fase é voltada especificamente à investigação da lavagem de capitais

 Ji-Paraná/RO – A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (24/3) a terceira fase da Operação Pedágio. As investigações tiveram início ainda em 2016 e se referiam a um grupo criminoso que fraudou licitações da administração pública de Ji-Paraná (RO), na Região Central do estado.

Segundo apurado nas primeiras fases da operação, nas quais diversos envolvidos foram indiciados, empresários eram pressionados a pagar propina para que pudessem ganhar licitações e receber os pagamentos dos contratos com a prefeitura.

Já nesta terceira fase, voltada especificamente à lavagem de capitais, equipes de policiais federais deram cumprimento a três mandados judiciais de busca e apreensão na capital rondoniense. Os alvos foram dois indivíduos e uma empresa que teriam servido na lavagem de recursos ilicitamente auferidos por integrantes da organização.

O nome dado à operação, como bem exposto em suas fases precursoras, faz referência à exigência do pagamento a integrantes da organização criminosa, para que pudesse continuar com a execução do contrato.

Os procedimentos estão sendo formalizados na Superintendência Regional de Polícia Federal em Rondônia.i-Paraná/RO – A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (24/3) a terceira fase da Operação Pedágio. As investigações tiveram início ainda em 2016 e se referiam a um grupo criminoso que fraudou licitações da administração pública de Ji-Paraná (RO), na Região Central do estado.

Segundo apurado nas primeiras fases da operação, nas quais diversos envolvidos foram indiciados, empresários eram pressionados a pagar propina para que pudessem ganhar licitações e receber os pagamentos dos contratos com a prefeitura.

Já nesta terceira fase, voltada especificamente à lavagem de capitais, equipes de policiais federais deram cumprimento a três mandados judiciais de busca e apreensão na capital rondoniense. Os alvos foram dois indivíduos e uma empresa que teriam servido na lavagem de recursos ilicitamente auferidos por integrantes da organização.

O nome dado à operação, como bem exposto em suas fases precursoras, faz referência à exigência do pagamento a integrantes da organização criminosa, para que pudesse continuar com a execução do contrato.

Os procedimentos estão sendo formalizados na Superintendência Regional de Polícia Federal em Rondônia.

 

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