Barra Pesada

.

 

giff completo


Geraldo_Naves_com_fundo.jpg

 

728X90 HAPPY HOUR

Quadrilha especializada em golpe do sapatinho e com foco no Sul de Minas é desmantelada pela Polícia Civil

Oito integrantes da organização criminosa foram detidos por agentes da Polícia Civil de Minas Gerais

Oito integrantes de uma quadrilha especializada no ‘golpe do sapatinho’, termo usado quando um gerente de banco e familiares são sequestrados e mantidos como reféns até que uma quantia seja sacada do cofre da agência bancária, foram presos pela Polícia Civil de Minas Gerais. O grupo é suspeito de diversos crimes desse tipo que foram cometidos no Sul do Estado.

A maioria das prisões é resultado da Operação Odisseia, desencadeada por agentes da Divisão Antissequestro da Polícia Civil, desencadeada nesta quarta-feira (24). A operação teve o apoio da Polícia Militar e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público.

As investigações tiveram início após um golpe do sapatinho efetuado em fevereiro deste ano na cidade de Nova Resende, no Sul de Minas. Na ocasião, R$ 244 mil foram roubados no sequestro do gerente de uma agência bancária da cidade.

A delegada Fabíola Rezende conta que a prisão dos integrantes da organização criminosa foi possível após a detenção de um dos membros da quadrilha no dia desse crime.

“Ao chegar à agência bancária, no dia do crime, os policiais conseguiram efetuar a prisão em flagrante de um dos sequestradores, que estava saindo do banco. Ele estava com a quantia que haviam conseguido sacar no local. Logo depois, em continuidade das investigações, um segundo envolvido foi identificado e pedimos a prisão preventiva dele. O homem foi detido pouco tempo depois”, esclareceu.

Ela completa: “Como a equipe da Delegacia Antissequestro foi até a cidade, começou a fazer inúmeras diligências e fez inúmeros levantamentos, foi possível identificar que outras pessoas haviam participado no crime. Foram identificadas mais seis pessoas com participação efetiva no sequestro. Até agora temos oito presos. As investigações não pararam porque temos informações de que mais pessoas participaram do crime”.

 

seg-202_00000--pronto.gif

banner.jpg

Please publish modules in offcanvas position.