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Após conquista regional, atletas de taekwondo da Baixada Fluminense se preparam para competição internacional

Três atletas de Saracuruna, em Duque de Caxias, se preparam para representar a Baixada Fluminense e o Brasil no Rio Open, campeonato internacional de taekwondo que vai acontecer no Parque Olímpico, no mês que vem. Riane Ferreira Bonfim, de 15 anos, e Gabriel de Jesus Mesquita e Júlia do Nascimento, ambos de 16, são promessas do esporte que alcançaram o topo do ranking nacional, em suas respectivas categorias no país.

Riane é a primeira colocada na categoria cadete até 55kg. Gabriel é segundo lugar na categoria júnior até 63kg e, Júlia, segundo lugar na categoria júnior até 49kg. Os três têm treinado de segunda a sábado para participar do torneio no Rio, que vai acontecer entre os dias 15 a 17 de abril.

Para Riane e Gabriel, a participação numa competição internacional é algo inédito. Já Júlia participou do Chile Open há três anos, onde conquistou a medalha de prata. Moradora de Saracuruna, Riane começou no esporte por influência da própria mãe, há quatro anos.

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— Ela já praticava e me incentivou, foi quando comecei a treinar. Pretendo ir a muitos campeonatos e me especializar. O esporte me ensinou que, como mulher, eu posso me defender, e que fazer exercício melhora a saúde — afirma a estudante do primeiro ano do Ensino Médio.

A estreia em uma competição internacional está deixando a jovem nervosa, mas ela tem aprendido a lidar com o sentimento:

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— Estou lutando bastante para trazer um resultado bom para minha equipe. No início das competições, foi uma experiência difícil, dá um nervoso e, às vezes, o isso atrapalha. Tem que trabalhar bastante o psicológico. Mas quando você entra para competir, você treinou e está consciente de que fez a sua parte, então entra mais tranquila — conta.

Os três fazem parte da equipe Engelteam, do treinador Engelbert Ferreira, e treinam numa escola particular onde estudam como bolsistas. Riane, Júlia e Gabriel ganharam medalhas de ouro na Copa Regional Sudeste deste ano.

Júlia luta há dez anos e começou a ter contato com o taekwondo também dentro de casa. O pai e a mãe dela são treinadores da equipe.

— Meu pai e minha mãe davam aulas e eu quis aprender, e eles me incentivaram muito a treinar. Pretendo continuar lutando, disputar eventos nacionais e internacionais e conquistar bolsa em uma faculdade para estudar Psicologia ou Fisioterapia — diz a também aluno de Ensino Médio.

Sobre a sua primeira participação em uma competição internacional, há três anos, ela definiu como gratificante e tem planos de alcançar o lugar mais alto do pódio dessa vez.

— Fiquei em segundo lugar, e agora minha expectativa é vencer o Rio Open, e além de ganhar mais experiência, tentar conseguir mais pontuação no ranking. O taekwondo é muito importante na minha vida. Graças a ele tenho bolsa na escola, viajo para vários lugares e tenho meus amigos também — diz Júlia.

Gabriel também teve o contato com o esporte por influência da família. Seu irmão começou a treinar taekwondo e ele se interessou, e isso já dura oito anos. A mãe o incentivou a fazer alguma atividade extra também.

— Depois que comecei a fazer, gostei e nunca mais saí. No começo eu não tinha objetivo de competir, só queria treinar para passar o tempo, e depois vi que é uma coisa que pode ter um futuro mesmo — diz o jovem.

Estudante do nono ano do Ensino Fundamental, Gabriel quer estudar educação física e se especializar no esporte que já conhece há tanto tempo.

— Quero me tornar professor e dar aula de taekwondo. É uma coisa que eu gosto desde pequenininho e sei que dá um bom futuro. Para mim, o taekwondo é uma arte muito boa — justifica.

 

 

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