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Felipão acertou com o Cruzeiro por sua admirável vontade de trabalhar

Há 40 dias, o Cruzeiro perdeu do Brasil, em Pelotas, e uma pessoa próxima a Felipão informou que seu telefone não parava de tocar, com gente da diretoria mineira atrás do treinador campeão mundial.

"O Enderson chegará demitido a Belo Horizonte", informou a raposa. Errou por um jogo. Enderson ainda dirigiu o Cruzeiro no empate por 1 x 1 com o CRB, no feriado de 7 de setembro. Caiu.

 

Em vez de Felipão, o clube acertou com Ney Franco, que durou apenas sete partidas. Dois dias antes da queda, um grupo de torcedores uniformizados de facções rivais uniu-se para protestar, no dia da eleição do presidente Sérgio Rodrigues. Haviam descoberto que, entre Enderson e Ney Franco, o dirigente teria dito em conversas privadas que "Felipão não era o perfil."

A pergunta óbvia dos uniformizados era se o perfil era perder para o Sampaio Corrêa em casa. Daí ter havido novas conversas com Felipão e a recusa inicial do treinador, no início desta semana. Felipão estava louco para trabalhar. Está. Trocou olhares com o Corinthians, que não poderia oferecer um contrato longo neste momento, pela proximidade da eleição. Recusou a Toca da Raposa, no primeiro momento, por saber da proibição da Fifa e da dificuldade de haver contratações.

Precisava de compromissos: 1. contrato até dezembro de 2022; 2. multa de rescisão alta; 3. declaração pública de que o trabalho é para o ano do centenário. O objetivo é subir agora, mas a dificuldade impõe reconstrução. Revelações de jogadores, como fez no Grêmio nos anos 1990 e em 2014, olhos no futuro para que o clube seja poderoso no retorno à Série A.

 

Fonte: GE

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